A Secretaria Municipal de Saúde, através do Departamento de Vigilância em Saúde, continua com os trabalhos de intensificação do combate ao mosquito Aedes aegypti. Começou a circular na terça-feira (01), nos bairros Caiapó e Centro, o veículo responsável pelo fumacê. No último levantamento feito no mês de janeiro, pela equipe do Controle de Endemias, esses foram os bairros com maiores índices de infestação do mosquito, uma porcentagem de 12,1%, deixando as autoridades em alerta, e, sendo um dos critérios para a cessão do veículo fumacê ao município, por parte da Secretaria de Estado de Saúde.
A mudança climática nesse período, com forte combinação de chuva e sol, é propícia para a proliferação do mosquito Aedes Aegipty. ‘’O período é de preocupação e de muito trabalho para os agentes de endemias e comunidade na luta contra o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya’’, explica a diretora de Vigilância em Saúde, Daniele Goulart.
O veículo fumacê segue as diretrizes do Ministério da Saúde e tem como função específica, eliminar o mosquito adulto. Equipado com uma bomba pulverizadora de veneno, ele vai percorrer ruas e avenidas para borrifar as gotículas de um líquido composto por pequenas quantidades de inseticida, capaz de eliminar os mosquitos que estiverem voando no local no momento da aplicação.
O horário de circulação do fumacê é pela manhã, das 6h às 9h, e à tarde, das 17h às 21h.
Vale lembrar que, quando o fumacê passar, quem estiver na residência deverá manter portas e janelas abertas. Outra orientação importante é que a população não deve se aproximar do veículo durante a aplicação do inseticida.
“Quero destacar que o fumacê é utilizado para combater o mosquito já adulto, e, na avaliação das autoridades sanitárias, é o último recurso na guerra travada contra o Aedes. Isto sinaliza que, mesmo com as orientações e visitas domiciliares, a população não tem feito o trabalho preventivo de forma adequada, ou seja, não tem eliminado criadouros de Aedes aegypti de suas residências, onde estão mais de 90% dos objetos onde o mosquito possa se desenvolver”, concluiu Geraldo Júnior.